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	<title>Site do Bareta &#187; Geral</title>
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		<title>Sergipe Noticias  completa um ano</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 16:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa Sergipe  Noticias apresentado  pelo jornalista André Barros levado ao ar diariamente pela  FM Sergipe   completa   hoje um ano  e  vai comemorar  com um  coquetel   no  auditório do Banese. O programa  Sergipe  Noticias  tem apresentado  um grande índice de audiência  no  horário das  seis as  oito  horas   e  entre os programas  jornalísticos  matinais  é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/06/sergipenoticias.jpg" class="lightview" rel="gallery[12939]"><img class="alignleft size-full wp-image-12940" title="sergipenoticias" src="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/06/sergipenoticias.jpg" alt="" width="174" height="113" /></a> O Programa Sergipe  Noticias apresentado  pelo jornalista André Barros levado ao ar diariamente pela  FM Sergipe   completa   hoje um ano  e  vai comemorar  com um  coquetel   no  auditório do Banese. O programa  Sergipe  Noticias  tem apresentado  um grande índice de audiência  no  horário das  seis as  oito  horas   e  entre os programas  jornalísticos  matinais  é o que mais cresce, ‘’  estamos  apresentando um  novo  estilo de rádio,  é  uma alternativa para  quem  gosta  de qualidade’’, disse  André  Barros,  jornalista  com larga  experiência , já foi  repórter  da   Globo  e  da   Manchete  em Brasilia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cláudia Leitte se irrita com fãs de Ivete Sangalo pelo Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 06:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A cantora Claudia Leitte demonstrou toda sua contrariedade com a suposta rivalidade que teria com Ivete Sangalo. Irritada com alguns fãs da cantora baiana que a atacaram pelo Twitter, respondeu de forma clara pela rede de microblogs.&#8221;Eu adoro Ivete e tenho um carinho danado pelos fãs dela, mas tens (sic) uns que são malas demais! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora Claudia Leitte demonstrou toda sua contrariedade com a suposta rivalidade que teria com Ivete Sangalo. Irritada com alguns fãs da cantora baiana que a atacaram pelo Twitter, respondeu de forma clara pela rede de microblogs.&#8221;Eu adoro Ivete e tenho um carinho danado pelos fãs dela, mas tens (sic) uns que são malas demais! Quanta insegurança! Valei-me Jeová!!!&#8221;, escreveu.</p>
<p><img title="Reprodução do Twitter de Claudia Leitte" src="http://www.atarde.com.br/arquivos/2010/06/174248.jpg" alt="Reprodução do Twitter de Claudia Leitte" width="700" height="420" /></p>
<p>Claudia Leitte ainda foi mais direta para uma das fãs especificamente. &#8220;Pra que tanta auto-afirmação e necessidade de desmerecer meu trabalho? Amai-vos, irmãos. Oremos! rs&#8221;.</p>
<p>Por fim, a cantora fez um apelo. &#8220;Já chega com isso!! Chato demais. Não tem nada de mau entre nós, quem cria são os fãs e a parte suja da imprensa. Isso é nojento! Asco! Basta!&#8221;.</p>
<p>A TARDE ONLNE</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Criança fora da cadeirinha vai render multa</title>
		<link>http://sitedobareta.com/geral/crianca-fora-da-cadeirinha-vai-render-multa-06-06-2010</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 05:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta www.sitedobareta.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque6]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Pais que forem flagrados transportando crianças até sete anos e meio fora dos dispositivos de retenção serão multados Carina Martins, iG São Paulo Passa a valer a partir do próximo dia 09 de junho uma regulamentação do Contran que coloca os passageiros em seus devidos lugares – crianças de até um ano só podem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Pais que forem flagrados transportando crianças até sete anos e  meio fora dos dispositivos de retenção serão multados</h3>
<div class="barra-superior">
<p><strong>Carina Martins, iG São Paulo </strong></p>
</div>
<p>Passa a valer a partir do próximo dia 09 de junho uma  regulamentação do Contran que coloca os passageiros em seus devidos  lugares – crianças de até um ano só podem ser transportadas no bebê  conforto, até quatro na cadeirinha e até sete e meio no assento de  elevação. Quem não cumprir está sujeito a multa (R$ 191,54), sete pontos  na carteira de motorista e retenção do veículo. A nova regra pretende  corrigir uma imprecisão no Código Nacional de Trânsito, que obriga o uso  de cinto de segurança por todos os ocupantes de um veículo, mas ignora  as necessidades dos passageiros para os quais o cinto não foi feito, ou  seja, todos aqueles com menos de 1,45 m de altura.</p>
<p>De acordo com o Contran, a fiscalização será feita usando como  parâmetro as idades dos jovens passageiros: até um ano a criança deve  estar no bebê conforto; de um a quatro anos na cadeirinha de  segurança; entre quatro e sete e meio no assento de elevação, e desta  idade até os dez no banco de trás com cinto de três pontos. Apesar de o  critério de idade ser o mais prático para fiscalizar, o que realmente  faz diferença é o tamanho das crianças. Portanto, os pais que quiserem  evitar, além da multa, também o máximo de risco possível, podem usar as  recomendações dos fabricantes e os dados individuais dos filhos como  parâmetro adicional. Ou seja: uma criança de oito anos que estiver no  banco de trás apenas de cinto estará dentro da lei. Mas se tiver menos  de 1,45 m e 36 quilos, estará mais segura (e ainda na lei) se  transportada de acordo com os parâmetros da categoria anterior, ou seja,  no booster.</p>
<div class="galeria-fotos">
<div id="slideshow-adv" class="slideshow" style="display: block;"><span class="image-wrapper"><a class="advance-link" title="&lt;i&gt;&lt;/i&gt;" rel="history" href="http://delas.ig.com.br/filhos/crianca+fora+da+cadeirinha+vai+render+multa/n1237539355070.html#2"><img src="http://i0.ig.com/fw/ba/xt/4c/baxt4cvo0qdtjw75cf4etffyz.jpg" alt="&lt;i&gt;&lt;/i&gt;" /></a></span></div>
<div id="caption-adv" class="caption" style="display: block;">
<div class="credito-legenda">
<div class="credito"><cite>Foto: Arte iG </cite></div>
</div>
</div>
</div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
//<![CDATA[
temGaleria = true;</p>
<p>function tratarGaleria() {
	$(document).ready(function(){var galeria = $('#galeria').galleriffic('#thumbs-adv',{});});
}
//
]]&gt;</script>Até agora, um pai que buscasse na legislação brasileira a maneira  correta de transportar seus filhos poderia ser levado a expor as  crianças a riscos graves e desnecessários. A falta de informação e  regras sobre como proteger crianças de diferentes idades pode, entre  outras coisas, levar ao uso precoce do cinto de segurança, que é  responsável por lesões de pescoço e órgãos internos. Na prática, até o  próximo dia 09, se um bebê estiver no banco de trás e usando o cinto,  não há nada de errado do ponto de vista legal. Mesmo que a criança seja  jovem demais até para se manter sentada.</p>
<p>A idéia de um bebezinho usando apenas cinto de segurança é extrema,  mas crianças um pouco mais velhas costumam ser vítimas da falta de  informação dos adultos. O diretor da Associação Brasileira de Medicina  de Tráfego (Abramet), Flávio Adura, explica que os pais costumam errar  bastante a partir dos quatro anos de idade. “Em geral, os pais começam a  errar quando a criança fica grande para a cadeirinha”, diz. “Se a  criança usar precocemente o cinto de segurança, a faixa diagonal passa  no pescoço e a abdominal no meio do abdômen. Em caso de acidente, essa  criança vai ter ferimentos no pescoço e órgãos internos – é o que  chamamos de síndrome pediátrica do cinto de segurança”. Nessa idade, a  criança deveria ser transportada em um assento de elevação</p>
<p>Apesar de começar a valer só no meio deste ano, a nova regra foi  definida em 2008. A demora entre a decisão e o início da fiscalização,  segundo a assessoria de imprensa do Denatran, se explica pela  necessidade de um prazo de adequação para agentes, usuários, e também  para a realização de campanhas de uso correto e conscientização. Nos  quase dois anos de intervalo, no entanto, o órgão não realizou nenhuma  campanha de abrangência nacional sobre o assunto. Para Adura, foi tempo  demais: “Não houve campanha, perdeu-se tempo”, diz. Ele faz ainda outra  ressalva à lei, apesar de considerá-la um avanço: “A resolução liberou  da obrigatoriedade os veículos escolares e os táxis. Acho que a  contratação de um veículo deve incluir o equipamento de segurança. Não  há nada que justifique essa liberação”.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ex-bbb Lia na &#8220;Playboy&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 05:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta www.sitedobareta.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque7]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Divulgada primeira foto da revista &#8220;Playboy&#8221; da ex-bbb Lia Khey (31/5/2010). O lançamento da revista de junho acontece essa semana em São Paulo. As imagens da revista foram feitas na praia de Jericoacoara, no Ceará Foto: Luis Crispino]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgada primeira foto da revista &#8220;Playboy&#8221; da ex-bbb Lia Khey  (31/5/2010). O lançamento da revista de junho acontece essa semana em  São Paulo. As imagens da revista foram feitas na praia de Jericoacoara,  no Ceará</p>
<p><a href="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/06/lia.jpg" class="lightview" rel="gallery[11599]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11603" title="lia" src="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/06/lia.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
<p><em>Foto: Luis Crispino</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Presentes do Dia dos Namorados mais caro</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 05:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta www.sitedobareta.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque7]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Os brasileiros que namoram vão pagar até 15% mais caro para presentear o parceiro ou a parceira durante a data comemorativa deste ano, revelaram dados da FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgados nesta segunda-feira (31). O encarecimento diz respeito às flores, que pesam 15,17% mais no bolso do brasileiro neste ano. Os namorados pagarão mais caro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11600" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/06/Namorados1.jpg" class="lightview" rel="gallery[11598]"><img class="size-medium wp-image-11600" title="Namorados" src="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/06/Namorados1-300x225.jpg" alt="Namorados" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Namorados</p></div>
<p>Os brasileiros que namoram vão pagar até 15% mais caro para  presentear o parceiro ou a parceira durante a data comemorativa deste  ano, revelaram dados da FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgados nesta  segunda-feira (31).</p>
<p>O encarecimento diz respeito às flores, que pesam 15,17% mais no bolso  do brasileiro neste ano. Os namorados pagarão mais caro também na compra  do ingresso para um show musical, item que teve alta de 13%, e para a  aquisição de cintos e bolsas, que tiveram incremento nos preços de  7,09%.</p>
<p>Por outro lado, uma boa opção de presente é o telefone celular, que teve  queda de 9% nos preços neste ano, bem como o agasalho feminino, que  ficou 4,87% mais barato.</p>
<p><strong>Por capital </strong>A análise da FGV levou em conta sete capitais brasileiras. Em  Salvador, o celular apresentou a maior queda, de 18,36%, enquanto o  sapato feminino teve a maior alta, de 14,41%.</p>
<p>O aparelho celular também foi destaque de queda em Belo Horizonte, de  7,64%, onde as peças teatrais tiveram um incremento de 36,03% nos  preços. A tabela abaixo mostra qual foi a maior alta e a maior baixa em  cada capital analisada. Confira:</p>
<table cellspacing="1" cellpadding="3" align="center" bgcolor="#b7b7b7">
<tbody>
<tr>
<th colspan="4">Dia  dos Namorados</th>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<th>Capital</th>
<th></th>
<th>Item</th>
<th>Variação (%)</th>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td rowspan="2">Salvador</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Sapato feminino</td>
<td>14,41%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Aparelho celular</td>
<td>-18,36%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td rowspan="2">São Paulo</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Hotel</td>
<td>10,70%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Agasalho feminino</td>
<td>-14,07%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td rowspan="2">Rio de Janeiro</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Show musical</td>
<td>15,31%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Celular</td>
<td>-8,09%</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2">Porto Alegre</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Sapato feminino</td>
<td>5,82%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Agasalho feminino</td>
<td>-13,84%</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2">Belo Horizonte</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Teatro</td>
<td>36,03%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Aparelho celular</td>
<td>-7,64%</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2">Brasília</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Roupas femininas para a prática esportiva</td>
<td>16,97%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Aparelho celular</td>
<td>-17,90%</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2">Recife</td>
<td>Maior Alta</td>
<td>Teatro</td>
<td>19,38%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td>Maior Queda</td>
<td>Aparelho celular</td>
<td>-7,03%</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4">Fonte: FGV</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: InfoMoney</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Morre o ex  deputado  Guido Azevedo</title>
		<link>http://sitedobareta.com/geral/morre-o-ex-deputado-guido-azevedo-25-05-2010</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 16:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Faleceu na manhã de   hoje em São Paulo o ex  deputado Guido Zeveedo , tio  da   Deputada   Suzana Azevedo . Neste  momento   familiares      do ex  deputado  viajam com destino a  capital Paulista para  tomar as primeiras providencias para o sepultamento que será  em Aracaju. A foto  ao lado  é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/05/guido-azevedo.png" class="lightview" rel="gallery[11343]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11344" title="guido azevedo" src="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/05/guido-azevedo-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Faleceu na manhã de   hoje em São Paulo o ex  deputado Guido Zeveedo , tio  da   Deputada   Suzana Azevedo . Neste  momento   familiares      do ex  deputado  viajam com destino a  capital Paulista para  tomar as primeiras providencias para o sepultamento que será  em Aracaju. A foto  ao lado  é  a mais recente  de Guido Azevedo,   foi tirada pelo <strong> fotógrafo César Oliveira</strong>.</p>
<p>Agora a pouco a  deputada  Suzana  Azevedo publicou a   seguinte  nota  no  seu  Twitter:</p>
<p>Meu tio Guido Azevedo,faleceu hoje, em SP.Ele e meu pai,Tertuliano Azevedo,foram meus grandes incentivadores para dar início a vida pública.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ministério Público pede  restauração do antigo prédio da Receita Federal</title>
		<link>http://sitedobareta.com/geral/ministerio-publico-pede-restauracao-do-antigo-predio-da-receita-federal-25-05-2010</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 05:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sitedobareta.com/?p=11292</guid>
		<description><![CDATA[A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo, através do Promotor de Justiça Renê Antônio Erba, realizou Audiência Pública com o Secretário Municipal de Planejamento, para debater as medidas que deverão ser adotadas na restauração do antigo prédio da Receita Federal. O Secretário Municipal do Planejamento, Durcival Santana, informou que o bem tombado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Urbanismo, através do Promotor de Justiça Renê Antônio Erba, realizou Audiência Pública com o Secretário Municipal de Planejamento, para debater as medidas que deverão ser adotadas na restauração do antigo prédio da Receita Federal.</p>
<p>O Secretário Municipal do Planejamento, Durcival Santana, informou que o bem tombado em questão, está em processo de laboração de projeto complementar, e, aguarda recusos financeiros do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN ou do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, para que seja restaurando com previsão para ainda este ano.</p>
<p>Diante do exposto, a Promotoria concedeu prazo de noventa dias para que sejam informados os procedimentos e andamentos da referida obra.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como ser um Milionário: confira as dicas</title>
		<link>http://sitedobareta.com/geral/dicas-para-ser-um-milionario-22-05-2010</link>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 19:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta www.sitedobareta.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque7]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sitedobareta.com/?p=11205</guid>
		<description><![CDATA[Você também pode entrar para o clube dos milionários, pois não é tão difícil quanto parece. Para conseguir chegar lá, basta seguir rigorosamente alguns mandamentos que poderão incrementar suas finanças e, após muito esforço e paciência, fazer você juntar o primeiro milhão. Veja cinco dicas selecionadas pela rede CNN sobre como se tornar um milionário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você também pode entrar para o<br />
clube dos milionários, pois não é tão difícil quanto<br />
parece. Para conseguir chegar lá, basta seguir<br />
rigorosamente alguns mandamentos que poderão<br />
incrementar suas finanças e, após muito esforço e<br />
paciência, fazer você juntar o primeiro milhão.</p>
<p>Veja cinco dicas selecionadas pela rede CNN sobre como se<br />
tornar um milionário de sucesso.</p>
<p>1- Transforme a economia em algo automático</p>
<p>Contrate planos de aplicação programada, que<br />
direcionam mensalmente uma certa quantidade de<br />
dinheiro de sua conta para um fundo de investimento.</p>
<p>O cliente pode conversar com o gerente do banco sobre a<br />
quantia que deseja aplicar.</p>
<p>Dessa forma, os juros vão começar a incidir sobre a<br />
renda imediatamente e você não corre o risco de<br />
gastá-la.</p>
<p><strong>2- Tire vantagem dos impostos</strong></p>
<p>Faça uso das contas de investimento, uma<br />
modalidade que tem como finalidade exclusiva realizar<br />
aplicações financeiras, permitindo ao cliente mudar de<br />
investimento para outro sem pagar impostos. A incidência<br />
da contribuição ocorre apenas no ingresso de recursos.</p>
<p><strong>3- Faça suas ações trabalharem para você</strong></p>
<p>Aplicar em ações é um investimento com retorno maior,<br />
porém, com mais risco. Os investidores podem aplicar a &#8220;regra do<br />
70&#8243;, criada pelo professor Jurandir Macedo. Subtraia a<br />
sua idade do número 70, o resultado será a porcentagem<br />
de sua renda que deverá ser aplicada.</p>
<p>O ideal é investir em empresas<br />
sólidas, com crescimento sustentável, como as chamadas<br />
&#8220;blue ships&#8221;, como Petrobrás, Banco do Brasil,<br />
Vale do Rio Doce, Gerdau, CSN. Consultores financeiros<br />
prevêem que a média de retorno nos próximos anos para<br />
esse tipo de investimento ficará em torno de 20%.</p>
<p><strong>4- Incremente sua capacidade de ganhar dinheiro</strong></p>
<p>Como os números mostram, o jeito mais fácil de se<br />
tornar um milionário é ter um salário &#8220;gordo&#8221;. Se você<br />
for jovem, tente incrementar seu currículo com um MBA<br />
e uma pós-graduação. Se estudar não está nos seus<br />
planos, tente saber o máximo possível sobre sua<br />
profissão.</p>
<p>Mantenha-se atualizado com o mercado para ter mais<br />
poder de barganha na hora de negociar seu salário. E<br />
leia publicações de sua área para ampliar os<br />
horizontes.</p>
<p><strong>5- Não pare de economizar</strong></p>
<p>Lembre-se: só porque você parou de economizar não<br />
significa que a inflação vai estagnar. A cada ano que<br />
passa, R$ 1 milhão vai valer menos e menos &#8211; e você<br />
vai precisar de mais dinheiro para continuar a manter<br />
seu estilo de vida.</p>
<p>Segundo a rede CNN, um americano em 1976 precisaria<br />
hoje de US$ 3,5 milhões para ser considerado um<br />
milionário (ter o poder de compra de R$ 1 milhão na<br />
época).</p>
<p>﻿</p>
<p><strong>A subida da maré econômica  tira milhões de brasileiros da pobreza  e, no nível superior da pirâmide social, está  produzindo um novo milionário a  cada dez minutos</strong><br />
Renata Betti e Larissa Tsuboi</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>Fotos Paulo Vitale<br />
<img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia7.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="283" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO                      1<br />
CRIE UM PRODUTO EXCLUSIVO<br />
A                        fundadora da MMartan, Marilena Rossini,  notou que havia espaço no país                        para oferecer produtos mais refinados de cama,  mesa e banho. Em 1985, abriu um                        escritório com as filhas Mariângela e  Marilise, sócias da                        empresa. Elas recebiam pedidos por telefone e  despachavam os artigos por correio.                        A expansão do negócio veio com a abertura de  franquias, a partir                        de 2003. Atualmente, são abertas três novas lojas a  cada mês,                        e a previsão de faturamento para 2010 é da ordem  de 235 milhões                        de reais. No ano passado, a MMartan vendeu 65% de  suas ações à                    Springs Global, líder mundial no ramo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="300" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>VEJA TAMBÉM</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>• <a href="http://veja.abril.com.br/190510/popup_economia1.html" target="_blank">Quadro: O Bric com mais milionários</a></td>
</tr>
<tr>
<td>• <a href="http://veja.abril.com.br/190510/conspiracao-virtuosa-p-126.shtml" target="_blank">Nesta edição: A conspiração virtuosa</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Passado o breve soluço da  crise internacional, o Brasil                  voltou a avançar com força renovada. O país iniciou 2010                   em ritmo chinês. Diversos setores da economia crescem  numa velocidade superior                  a 10% ao ano. A produção das indústrias, por exemplo,  teve                  uma alta de 20% no primeiro trimestre. Nesse mesmo  período, o comércio                  registrou uma expansão de 13% no volume de vendas. Mesmo  consumindo mais,                  os brasileiros encontraram folga para poupar. Sinal  disso é que o valor                  total de recursos captados pelos planos de previdência  privada ganhou 28%                  nos três primeiros meses do ano. O desemprego recua aos  menores níveis                  históricos, e a renda dos trabalhadores passa por uma  recuperação                  paulatina mas constante. Se fosse possível medir a  temperatura atual da                  economia, esse termômetro exibiria em seu visor o número  de 12%.                  Foi nesse ritmo que o PIB (produto interno bruto, o  total de mercadorias e serviços                  produzidos) avançou nos três primeiros meses do ano, de  acordo com                  estimativas dos economistas do Itaú Unibanco. No ano  como um todo, o crescimento                  do PIB deverá ficar ao redor de 7%, o que seria a maior  taxa desde 1986,                  quando houve o Plano Cruzado. Esses números  extraordinários representam                  uma primeira maneira de retratar o momento promissor,  algo não visto em                  mais de uma geração. Outro indicativo da saúde do Brasil                   pode ser visto no interesse inédito despertado pelo país  lá                fora (<a href="http://veja.abril.com.br/190510/conspiracao-virtuosa-p-126.shtml">veja  a reportagem</a>). Um modo mais palpável                  de sentir esse mesmo fenômeno é observar diretamente  como os empreendedores                  brasileiros têm tirado proveito dessa fase de  prosperidade.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="250" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia7b.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="249" height="283" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na crise, surgem as melhores oportunidades de negócios,  afirma o dito.                  A prática, no entanto, mostra que é na maré alta que as  empresas                  singram novos mares e conquistam territórios. Para a  fábrica de                  sorvetes Frutos do Cerrado, de Goiás, o boom econômico  representou                  multiplicar por 20, na última década, a sua produção,                  hoje avaliada em 70.000 picolés por dia. Já a empresa de  cosméticos                  mineira Kapeh conseguiu dobrar o número de lojas que  vendem seus produtos                  no último ano. A Tramontini Implementos Agrícolas, do  Rio Grande                  do Sul, multiplicou por 6 o seu faturamento desde 2006. A  rede Óticas Diniz,                  nascida há dezoito anos em São Luís, no Maranhão,                  alcançou 450 lojas em todos os estados e se tornou a  maior rede de vendas                  de óculos do país. Os exemplos acima, assim como as  demais histórias                  de sucesso recente que ilustram esta reportagem, dão uma  mostra real de                  como a riqueza se espalha pelo país, em diferentes  setores e regiões.                  De cada um desses casos é possível extrair uma lição                  de empreendedorismo e de como tirar proveito da retomada  econômica para                  impulsionar os lucros.</p>
<p>Graças à estabilidade                  e ao retorno do crescimento, colocar um projeto de pé,  batalhar para fazê-lo                  deslanchar e transformá-lo em um negócio rentável voltou                   a ser um sonho realizável. E como. Estima-se que, no  último ano,                  aproximadamente 50.000 brasileiros tenham ingressado no  clube dos milionários.                  Milionárias, de acordo com o critério utilizado por  instituições                  financeiras para identificar possíveis clientes de alta  renda, são                  aquelas pessoas que possuem um patrimônio equivalente a 1  milhão                  de dólares, ou 1,8 milhão de reais, com recursos livres  para investir                  (não se incluiu, portanto, o valor da residência  própria).                  A cada dez minutos, em média, brota um novo milionário  no país.    &#8220;Hoje, o Brasil é o destaque do mundo. Tenho muitos clientes comprando                   seus concorrentes ou vendendo suas empresas para os  estrangeiros. Isso só                fortalece e consolida a estrutura empresarial do país&#8221;,  afirma Celso                  Scaramuzza, diretor da divisão de wealth management (ou  gestão                  de fortunas) do Itaú Unibanco.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia10.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="304" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO 2<br />
INSPIRE-SE                      NOS LÍDERES<br />
Na década de 80, a  bioquímica Lisabeth Braun percebeu que os  dermatologistas receitavam muitas fórmulas                        que não existiam prontas no mercado brasileiro. Em  1992, criou uma pequena                        fábrica de dermocosméticos. Ela buscou emular  gigantes mundiais                        do setor. A demanda por esse tipo de produto  aumentou tanto que, em 2006, a filha                        da farmacêutica, a economista Ilana Braun  Srour, de 31 anos, decidiu entrar                        na empresa</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os cínicos poderão                  condenar o aumento do número de milionários no Brasil.  Verão                  nele um jogo de soma zero, sob o prisma equivocado de  que &#8220;o que é                ganho por alguém é perdido por outrem&#8221;. Esse não passa                  de um dos enganos típicos do senso comum descritos pelo  economista americano                  Thomas Sowell em seu livro Economic Facts and  Fallacies. Uma transação                  comercial quase sempre é benéfica para ambas as partes,  argumenta                  Sowell. Tanto quem vende um produto (para ganhar  dinheiro) como quem o compra                  (por necessidade) sai ganhando com o negócio. Afirma o  autor: &#8220;Diversas                  versões dessa visão de soma zero, da Teoria de  Imperialismo de Lenin    à Teoria da Dependência na América Latina, alcançaram                  uma grande aceitação no século XX e revelaram-se  bastante                  resistentes diante de evidências em contrário&#8221;. Foi com  base                  nessa ideia equivocada que o Brasil embarcou, nos anos  70, na reserva de mercado                  e se fechou ao comércio internacional. O resultado foi  um crescimento insustentável,                  que legou uma economia ineficiente e incapaz de  enfrentar a concorrência                  externa. Sob o dirigismo do capitalismo de estado, o  país emergiu mais                  injusto e desigual.</p>
<p>No passado, a riqueza de uns  só                podia ser construída a expensas de outros. Não é, em  absoluto,                  o que se vê hoje no país. Diz o economista Marcelo Neri,  coordenador                  do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio  Vargas:    &#8220;O brasileiro está com mais dinheiro no bolso por causa de seu próprio                   esforço, beneficiado pela melhora no mercado de trabalho  e no aumento do                  salário real. Esse avanço não se deve simplesmente a  fatores                  como programas sociais, que não trazem um bem-estar  efetivo e duradouro&#8221;.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia12.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="450" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO 3<br />
ENTREGUE                      MAIS DO QUE ELES PEDEM<br />
O engenheiro Rogério                         Thomé, de 40 anos, deixou um emprego de  executivo para fundar a sua própria                        empresa de investimentos e assessoria financeira.  Em menos de um ano, reuniu 300                        clientes. Mas seu pulo do gato foi ter descoberto  uma maneira de atrair e cativar                        novos fregueses: oferecer cursos sobre como  investir na bolsa. Hoje, tem                        3 000 clientes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo                  um estudo recente do economista, enquanto o consumo  aumentou 14,9% nos últimos                  cinco anos, a renda dos brasileiros aumentou  praticamente o dobro: 28,6%. Isso                  dá a medida da sustentabilidade da atual fase de  crescimento. Nos anos                  90, o consumo explodiu, mas a média da renda das pessoas  praticamente não                  mudou. O que aconteceu nesse período? Apenas o topo da  pirâmide social                  estava gastando (e se endividando) mais. Agora todo o  conjunto da população                  está com mais dinheiro no bolso . Desde 2000, 23 milhões de  pessoas ascenderam à classe C, deixando                  os estratos mais pobres (classes D e E). Projeções de  Neri indicam                  que esse movimento continuará nos próximos anos. A fatia  da classe                  AB será a que mais engordará até 2014. Já a classe                  E, em que estavam três em cada dez brasileiros em 2003,  recuará para                  8% da população. Essa transformação se deve à                criação de empregos e à formalização de trabalhadores                  que antes viviam de bicos. Apenas em 2010 deverão ser  criados 2 milhões                  de empregos com carteira assinada. Serão 2 milhões de  consumidores                  em potencial a mais. &#8220;Se o empresário está contratando  num                  país como o Brasil, com cargas tributárias altíssimas, é                 porque ele está otimista com o futuro da economia&#8221;, afirma  Rodrigo                  Teles, diretor do Instituto Endeavour, que apóia o  empreendedorismo no                país.</p>
<p>A maré, portanto,  permanecerá em                  alta, impulsionando os negócios – e multiplicando ainda  mais os milionários.                  Segundo um estudo conjunto da consultoria inglesa  Economist Intelligence Unit                  e do banco inglês Barclays, em 2017 o clubinho das  pessoas com uma conta                  bancária superior a 1 milhão de dólares deverá possuir                  675 000 sócios brasileiros. Caso essas estimativas sejam  confirmadas,                  nenhum outro país em desenvolvimento terá tantos  milionários                  quanto o Brasil. Mas como ser um desses felizardos? Como  aproveitar o aumento                  do consumo e da elevação da liquidez na economia para  fundar um                  negócio? Como deixar de ser um simples assalariado,  ainda que de vida estável                  e bem remunerado, e amealhar 1 milhão de dólares? Em  primeiro lugar,                  deve-se não ser apenas mais um. Ofereça algo novo e  exclusivo num                  mercado em expansão. A MMartan percebeu que as donas de  casa buscavam jogos                  de cama e toalhas mais refinados. Tinha um ótimo produto  disponível,                  e assim cresceu rapidamente quando a demanda ganhou  força. Aqui cabe outra                  lição. Cedo ou tarde, a maré subirá. Esteja preparado                  para surfar na bonança, como a Schaefer Yatchs.  &#8220;Dediquei toda a minha                  vida para ser o maior fabricante de iates do Brasil&#8221;,  afirma Marcio Schaefer.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia14.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="450" height="353" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  4<br />
SEJA ORIGINAL<br />
Filha de cafeicultores,  a farmacêutica mineira Vanessa Araújo, de 32 anos,  aliou a tradição  familiar ao seu desejo profissional de criar produtos de beleza.  Desenvolveu então  uma linha de cosméticos cuja fórmula leva extratos de grãos  de café (mas verdes, não torrados). As sementes possuem propriedades  antioxidantes. Vanessa estudou o assunto a fundo e fez quinze cursos de  especialização.  Agora, três anos depois, colhe o sucesso de sua marca, a Kapeh, que  significa café na antiga língua dos maias</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Atuar                  num mercado em rápida expansão é uma das características                   em comum de todas as histórias desta reportagem.  Escolher bem um segmento,                  estudar quem são os seus principais concorrentes e, por  fim, saber como                  se diferenciar (pela qualidade, pelo preço, pelo  atendimento) são,                  contudo, requisitos vitais. &#8220;Empreender é correr riscos  calculados.                  O verdadeiro empreendedor corre riscos quando sabe que  tem grandes chances de                  acertar&#8221;, afirma Renato Fonseca de Andrade, consultor do  Sebrae. Além                  disso, por mais que os ventos soprem a favor, fazer  negócios no Brasil                  ainda é um tormento. Quem escolhe se lançar nessa  aventura precisa                  saber que o seu empreendimento exigirá uma dedicação  obsessiva,                  sobretudo nos estágios iniciais. &#8220;As barreiras  burocráticas                  e cargas tributárias são tão altas no Brasil que, se não                   tiver muita paixão e determinação, o negócio não                  vai dar certo&#8221;, afirma Edgar Diniz, criador do canal  Esporte Interativo.                  Segundo David Kallás, professor de gestão estratégica do                   Insper, o pequeno empresário precisa viver o seu negócio  incessantemente:    &#8220;Não há dias de descanso. O empreendedor trabalha enquanto                  assiste ao jogo de futebol no domingo à tarde e está  conectado com                  tudo o que acontece ao seu redor. É assim que ele  consegue ter novas ideias&#8221;.</p>
<p>A                  boa e nova revelação é que hoje, no Brasil, o talento e a                   persistência têm grande chance de ser sobejamente  recompensados. Vale                  a pena ousar e ir atrás de um sonho antigo, mesmo que  existam dificuldades                  no início. &#8220;Nunca desista. Esteja disposto a mudar de  tática,                  mas não desista de seu propósito essencial&#8221;, afirma Jim  Collins,                  um dos mais admirados consultores da atualidade, nos  parágrafos finais                  de Como as Gigantes Caem (editora Campus), que  acaba de ser lançado                  no Brasil. No livro, em que o autor americano analisa os  motivos que levam empresas                  vitoriosas a entrar em declínio, Collins oferece lições  primorosas                  de como manter um negócio em ascensão. A persistência em  se                  manter fiel aos seus princípios e aos seus ideais  originais, afirma ele,    é essencial, assim como a dedicação e a humildade de rever                  estratégias quando a queda começa a se revelar. &#8220;O  fracasso    é menos um estado físico e mais um estado de espírito&#8221;,                  afirma Collins. &#8220;O sucesso é cair e voltar a se  levantar, vez após                  vez.&#8221; Até conquistar o suado primeiro milhão.</p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia16.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="239" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO                      5<br />
ANTECIPE-SE ÀS TENDÊNCIAS<br />
Marcio                        Pissardo, 50 anos, trabalha com  informática desde os 16. Não                        perde nenhum lançamento de Steve Jobs. Na  apresentação                        do iPhone, em 2008, decidiu criar aplicativos para  smartphones – um segmento                        até então inexistente no Brasil. A Livetouch  começou com                        sorte. Marcio telefonou para a BM&amp;FBovespa e  ganhou um cliente de peso logo                        no primeiro ano. Seu programa mais popular é o  NutraBem, de informações                        nutricionais, com 9 000 downloads. Sua empresa,  que começou com vendas                        de 200 000 reais, já fatura três vezes mais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia17.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="275" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  6<br />
SEJA RADICAL<br />
Alan James (na foto,  de  camisa clara), de 33 anos, ganhava a vida fazendo faixas para  anúncios.  Viu que levava jeito para bolar ações publicitárias inusitadas.  Em 2003, entrou num programa de empreendedorismo e conheceu os seus três   atuais sócios. Fundaram a Biruta Mídias Mirabolantes, agência  que hoje já tem três escritórios no país</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia19.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="450" height="450" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  7<br />
O REGIONAL É GLOBAL<br />
Em meados  dos anos 90, o goiano Clóvis de Almeida, 56 anos, abriu  uma sorveteria  com sabores de frutas típicas do cerrado. Com a ajuda do filho Ismael,  a Frutos do Cerrado vende 70 000 picolés ao dia, em sete estados.  A partir de agosto, a marca chegará aos Estados Unidos. O próximo  passo é entrar na Espanha e no Japão. &#8220;Meu objetivo é  o mundo&#8221;, resume Ismael</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia21.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="266" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  8<br />
DESCUBRA UM NICHO<br />
Edgar Diniz, de 41  anos, decidiu largar um alto cargo no mercado financeiro para fundar a  sua empresa:  uma consultoria na área de esportes, sua paixão. Nos primeiros anos,  o negócio não decolou. Edgar e seus sócios decidiram então  investir em uma lacuna que encontraram no mercado. &#8220;Não havia no Brasil  nenhum canal da televisão aberta que fosse 100% ligado ao esporte&#8221;,  diz ele. Foi assim que nasceu o Esporte Interativo. Funcionou</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia23.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="281" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  9<br />
A CLASSE C QUER TRATAMENTO A<br />
Em  1992, o paraibano Arione Diniz, 49 anos, inaugurou em  São Luís,  no Maranhão, a primeira loja das Óticas Diniz. Sua rede é  hoje a maior do país, com 450 filiais. Seu segredo? Dar tratamento de  classe  A aos consumidores de classe C. Seu faturamento atingiu 285 milhões de  reais em 2009</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia25.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="395" height="450" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  10<br />
PRODUZA EM VEZ DE REVENDER<br />
O  gaúcho Derci Tramontini abriu uma oficina que construía   carretas agrícolas. Passou quinze anos revendendo tratores e motores. Há   dois, com a ajuda dos filhos, Leonardo e Júlio,  começou a produzir  seus próprios veículos. Investiu em modelos menores, com valores  semelhantes aos de um carro popular, destinados a pequenos agricultores.  A Tramontini  Implementos Agrícolas deverá faturar 45 milhões de reais  em 2010, seis vezes mais do que há quatro anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://veja.abril.com.br/190510/imagens/economia26.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="600" height="257" /></td>
</tr>
<tr>
<td>LIÇÃO  11<br />
UM DIA A MARÉ SOBE. PREPARE-SE<br />
A  paixão do catarinense Márcio Schaefer sempre foi  desenhar barcos.  &#8220;Queria ser o maior especialista em construção de iates  no Brasil&#8221;, diz. Preparou-se por uma década, antes de abrir o  seu estaleiro, nos anos 90. Em 2001, começou a construir lanchas  maiores e a investir em tecnologia nacional. A Schaefer está entre as  maiores  fabricantes de iates do país</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com  reportagem de André Vargas 	e Júlia de Medeiro</p>
<p>Fonte: Veja</p>
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		<title>Plano de saúde do MPU credencia entidades e profissionais de saúde</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 09:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa de Saúde e Assistência Social &#8211; Plan-Assiste/MPU está cadastrando entidades e profissionais da área de saúde para a prestação de serviços de assistência médica e odontológica, médico-hospitalar, paramédica (fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição e psicologia), perícia médica e odontológica. Os interessados têm até 16 de novembro de 2010 para se inscreverem. O credenciamento é válido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O Programa de Saúde e Assistência Social &#8211; Plan-Assiste/MPU está cadastrando entidades e profissionais da área de saúde para a prestação de serviços de assistência médica e odontológica, médico-hospitalar, paramédica (fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição e psicologia), perícia médica e odontológica. Os interessados têm até 16 de novembro de 2010 para se inscreverem.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">O credenciamento é válido em âmbito nacional e abrangendo todos os beneficiários dos quatro ramos do Ministério Público da União (Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Militar e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios), abrangendo mais de 6.000 usuários titulares e todos seus dependentes.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">Clique <a href="http://www.planassiste.mpu.gov.br/prestadores-de-servico/orientacoes/orientacoes-sobre-credenciamento/">aqui</a> para obter mais informações e a cópia do Edital PLAN-ASSISTE/MPU nº 01/2010. Se preferir, entre em contato pelos telefones (79) 3301-3769, 3301-3715 ou 3301-3712; pelo</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"> e-mail <a href="mailto:planassiste@prse.mpf.gov.br">planassiste@prse.mpf.gov.br</a></span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">; ou, pessoalmente, na Rua Capitão Benedito Teófilo Otoni, 20</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">4, Bairro 13 de Julho</span></span></span><span style="font-family: Verdana, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;">.</span></span></p>
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		<title>Como retomar a vida depois da separação</title>
		<link>http://sitedobareta.com/geral/como-retomar-a-vida-depois-da-separacao-21-05-2010</link>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 02:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bareta www.sitedobareta.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque7]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Os principais momentos do fim de um casamento e o que fazer para tornar o período menos doloroso Julia Reis Casais se separam por diferentes motivos, mas acabam passando pelas mesmas fases emocionais após o término da relação &#8211; desde as conversas tempestuosas até a divisão de bens e a procura de um novo amor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>
<div id="attachment_10616" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/05/Satellite.jpg" class="lightview" rel="gallery[10617]"><img class="size-medium wp-image-10616" title="Satellite" src="http://sitedobareta.com/wp-content/uploads/2010/05/Satellite-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Separação</p></div>
<p>Os principais momentos do fim de um casamento e o que fazer para  tornar o período menos doloroso</h3>
<div>
<p><strong>Julia Reis</strong></p>
</div>
<p>Casais se separam por diferentes motivos, mas acabam  passando pelas mesmas fases emocionais após o término da relação &#8211; desde  as conversas tempestuosas até a divisão de bens e a procura de um novo  amor. E se o processo de ruptura costuma ser doloroso, algumas  iniciativas podem ajudar na reorganização da própria vida e na conquista  do equilíbrio perdido.</p>
<div><img src="http://delas.ig.com.br/cs/Satellite?blobcol=urldata&amp;blobkey=id&amp;blobtable=MungoBlobs&amp;blobwhere=5237618440598&amp;ssbinary=true" alt="" /></p>
<div><cite>Foto: Getty Images</cite></div>
<div>
<p>A melhor medida para perceber que você virou a  página é quando consegue fazer planos para o futuro e pensar em novos  relacionamentos</p>
</div>
</div>
<p><strong>1. Não tem mais jeito</strong><br />
Constatar que a união chegou ao fim é o primeiro passo para a separação,  e isso pode acontecer depois de meses de análise ou de uma forma mais  dura, com brigas ou traições. “Os primeiros dias foram os piores da  minha vida. Não sei como cheguei até agora, como consegui falar”, diz  Débora Bortoleti, 36, separada há um mês, depois que descobriu uma  traição do marido.</p>
<p>Mas a angústia está presente nos dois casos. “Admitir para si mesma  que o relacionamento acabou e que não deu certo é difícil, porque é um  projeto de vida”, diz Eliane Santoro, autora do livro “Divórcio para  elas”, no qual conta a trajetória de dez mulheres e suas separações.</p>
<p>“Pensei um ano antes de tomar a decisão. Foi a parte mais difícil”,  diz a advogada Flávia Penido, 41, divorciada há 10 anos. Segundo o  psicólogo Ailton Amélio da Silva, quem toma a iniciativa, em geral, já  esta em vantagem porque escolheu o momento para fazer a ruptura.  Obviamente, isso não se aplica aos casos de traição, pois o parceiro  traído é empurrado para uma escolha óbvia difícil.</p>
<p><strong>2. Palavras duras</strong><br />
As conversas entre o casal que está se separando costumam ter lavagem de  roupa suja. “Percebi que o mais importante é deixar as armas no chão,  manter o diálogo e o nível do respeito mútuo mesmo nos momentos mais  críticos”, avalia Santoro. Ailton recomenda que a ruptura seja feita com  o mínimo de agressões, principalmente quanto há filhos envolvidos. “Dá  vontade de lesar o outro, dá raiva, mas não recomendo conturbar mais a  conversa”, diz ele.</p>
<p><strong>3. Os filhos</strong><br />
A melhor atitude é abrir o jogo. “Os filhos têm que ser comunicados&#8221;,  diz Ailton. E mesmo se a situação estiver tensa e os dois desgastados, é  importante não contaminar a criança. O psicólogo explica que os filhos  podem ter danos emocionais severos quando os pais ficam agressivos ou  são usados como “massa de manobra”. No caso de Flávia, ela e o então  marido esperaram o filho voltar de uma viagem para contar da mudança.</p>
<p><strong>4. Suas coisas, minhas coisas</strong><br />
A divisão de bens e objetos é provavelmente a etapa mais simbólica da  separação. Lidar com as coisas do outro e limpar armários é dolorido,  mas Ailton indica que o processo não seja adiado. “Se existem coisas da  outra pessoa na sua casa é porque você ainda não se separou”, fala.  “Esse processo de divisão dá pano pra manga, pode causar  ressentimentos”, completa.</p>
<p><strong>5. Luto é necessário</strong><br />
Assumir a tristeza faz parte da recuperação. Depois de sentimentos como  raiva, algumas pessoas sentem a dor diferente. “É preciso encarar. As  separações têm um momento de revolta e inconformismo, seguido do luto,  para depois a pessoa ficar mais compenetrada”, indica o psicólogo.</p>
<p><strong>6. Exercitar a individualidade</strong><br />
Passar algum tempo sozinha &#8211; em casa ou fora &#8211; é um caminho para se  recompor. Flávia diz que passou alguns meses saindo em “carreira solo”,  sem contar nem mesmo aos amigos. “É bom até para entrar em outro  relacionamento mais inteira, menos influenciada por necessidades  extremas, como carência”, avalia Ailton. Esse período também pode trazer  sentimentos bons, de liberdade, alívio e a entrada de uma nova fase,  segundo avalia Eliane Santoro.</p>
<p><strong>7. Datas comemorativas</strong><br />
Elas vão chegar&#8230; O primeiro Natal, Dia dos Namorados e aniversário de  casamento. Essas datas ícones trazem à tona o peso da separação. Fazer  um programa diferente, uma viagem e até trabalhar bastante ajudam a  desviar o foco destas marcas no calendário.</p>
<p><strong>8. Renovação</strong><br />
Redecorar a casa, trocar a cama, comprar roupas novas e mudar o corte de  cabelo. Essas iniciativas ajudam a trabalhar a autoestima e começar uma  nova fase na vida. “As mulheres correm para a academia”, brinca Ailton.  Esse é o momento de entrar em um curso, fazer novas amizades e se  redescobrir.</p>
<p><strong>9. O novo relacionamento</strong><br />
“Não sabia paquerar. Ainda mais porque casei com meu primeiro namorado  sério”, relata Flávia sobre a retomada de sua vida afetiva depois da  separação. Ela diz que demorou pelo menos um ano para sair com outra  pessoa e mais ainda para conseguir se envolver.</p>
<p>O segredo para quem quer voltar à ativa é não ter pressa em encontrar  alguém só para preencher o espaço deixado pelo último companheiro. “A  separação psicológica e a retomada de uma identidade pessoal ou social  podem demorar até dez anos caso o relacionamento anterior fosse muito  estruturado”, relata Ailton. Mas nem todo mundo é assim, explica o  psicólogo.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Fonte: Ig<br />
</strong></p>
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