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Como evitar e tratar a Conjuntivite 

Conjuntivite

Embora as conjuntivites possam ser de causa alérgica, viral, bacteriana ou por irritação química, somente as infecciosas (virais e bacterianas) é que são contagiosas. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias.

Para combater uma epidemia é  importante que as pessoas com conjuntivite, bem como as que não apresentam a infecção, tenham algumas informações que são úteis para a sua proteção e para evitar o contágio.

Como Evitar

Por tratar-se de uma doença em que o contágio acontece pelo contato físico do olho com as mãos, objetos, piscinas ou toalhas contaminadas,

Devemos evitar:

  • banho em piscinas públicas,
  • usar toalhas que não sejam de uso exclusivo,
  • contato com indivíduos contaminados.

A falta de cuidado pode fazer com que um aperto de mão possa se transformar em uma conjuntivite.

Todos estes cuidados devem ser verificados por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas nos indivíduos contaminados, já que durante este período as pessoas com conjuntivite podem ainda apresentar contágio, evitando repassá-la para outras pessoas.

Os sintomas destas conjuntivites virais são mais acentuados na primeira semana e podem durar até 4 semanas. Devido à facilidade de contágio, é comum o comprometimento dos dois olhos.

O acompanhamento do oftalmologista é importante para o diagnóstico do tipo de conjuntivite e para o adequado tratamento.

Como tratar

A conjuntivite viral é altamente contagiosa, e causada por cerca de 12 tipos diferentes de vírus. É  provavelmente a infecção mais comum a necessitar atendimento oftamológico, sendo felizmente auto-limitada a 7-10 dias de doença pois não há tratamento específico. Os dois olhos são afetados, não necessariamente ao mesmo tempo. Os sintomas não são graves, porém muito incômodos. O paciente queixa-se de lacrimejamento (lagrima grossa), vermelhidão e edema conjuntival. Pode haver sensibilidade a luz e um linfonodo pré-auricular pode ser palpado. Também podem referir visão borrada se a córnea for afetada, o que se resolve em poucos dias e raramente deixa seqüelas.

Quando a contaminação acontece por vírus, há mais lacrimejamento do que secreção. E esta, além da coloração clara, tem aspecto fluído, não purulento.

Por ser uma patologia contagiosa, alguns cuidados são sugeridos:

  • Lavar as mãos várias vezes ao dia com sabonete e, de preferência, usar papel toalha para enxugá-las;
  • Evitar tocar os olhos. Geralmente as infecções se disseminam por contaminação de unhas, toalhas, ou qualquer material que tenha tocado os olhos infectados;
  • Retirar cuidadosamente a secreção dos olhos usando material descartável como gaze ou algodão. Pode ser utilizada água boricada para limpeza ocular;
  • Não utilizar pintura nos olhos.
  • Para médicos e profissionais da saúde, enfatiza-se o uso de luvas no exame do paciente, lavar as mãos, e evitar contato físico com o paciente infectado quando possível. Fazer limpeza com antiséptico dos aparelhos e material utilizado.
  • Após alguns dias, o organismo do paciente com conjuntivite viral reage e combate a infecção.
  • Resolução completa é o esperado em todos os pacientes, sendo raras as complicações com persistência de sintomas como visão borrada e cicatrizes.

Tratamento de crianças

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Prevenção: evite o contato com pessoas contaminadas.

O tratamento é sintomático e recomenda-se:

1. Compressas frias com água ou soro sobre as pálpebras.
2. Colírio antiséptico (2 gotas 4 x/dia).
3. Analgésicos: paracetamol 500 mg até de 4/4h se necessário.
4. Repouso e paciência.
5. Não esfregar os olhos.
6. Usar lenços e toalhas descartáveis.
7. Não usar óculos de outras pessoas.
8. Evitar abraços e beijos em contatos sociais.
9. Não frequentar trabalho ou escola com a conjuntivite.
10. Evitar aglomerações de pessoas.

Material extraído de diversas fontes da internet.

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